Grupo de Estudos de Causas Ambientais

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Vamos debater sobre a Amazônia?

No próximo dia 14, às 10h, no Auditório Eulálio Chaves (UFAM), o Fórum Amazônia Sustentável realizará um debate sobre a Amazônia com a candidata à Presidência da República MARINA SILVA (PV). Saiba mais em http://www.forumamazoniasustentavel.org.br/v5/noticias.php?idnoticia=118

Participe!  A Amazônia agradece!

GECA em ação!

No último dia 9, no Red Bar, aconteceu o ECONSCIÊNCIA X em parceria com o Grupo de Estudos de Causas Ambientais – GECA – do Coletivo Difusão! O evento contou com um público de mais de 100 pessoas, que além de entretenimento tiveram a oportunidade de participar de ações  ecoeducativas realizadas pelo grupo como: coleta de assinaturas para a petição online do Greenpeace em proteção ao nosso Código Florestal Brasileiro, cálculo da Pegada Ecológica, exposição de painéis, instalações reutilizáveis, coleta de propostas ambientais/mensagens para a cidade de Manaus, além da coleta de informações para estimar o impacto ambiental do evento.

Em breve, divulgaremos a data do Mutirão de Plantio de Mudas do ECONSCIÊNCIA X.

Dá uma espiada como foi…

Arrumando a casa.

Exposição do Laboratório de Moda do Coletivo Difusão.

Cálculo da Pegada Ecológica > www.pegadaecologica.org.br

Coleta de assinaturas em defesa do Código Florestal Brasileiro!

Paulo Trindade, do Laboratório de Moda do Coletivo Difusão, em entrevista à TV Cidade.

“ A minha proposta ambiental para a cidade de Manaus é PLANTAR flores, pois onde tem flores as pessoas não jogam lixo!” (Camila Andrade)

“A floresta é nossa e não podem vendê-la no mercado negro.” (Yuri Reis, Ayahuasca)

“Eu sou a favor de criar ciclovias na cidade de Manaus.” (Felipe Lourenço)

Zona Eco no ECONSCIÊNCIA X.

Ensinem as crianças a cuidar do planeta. Não jogue lixo fora do carro ou do ônibus. E, recicle suas idéias.” (Pedro Cacheado, Produtor do ECONSCIÊNCIA X)

“Maninho, só consuma o que você precisa, ta?!” (Keila Serruya, gequeira e associada do Coletivo Difusão)

“Aí, nós temos tudo pra garantir o futuro. Desligue a luz quando sair da sala! Luz! Preserve a Amazônia!” (Carol Calderaro, gequeira e associada do Coletivo Difusão)

“A mudança começa em casa!” (Sâmia Maria, gequeira e associada do Coletivo Difusão)

“Onde tiver telefone público tem que ter uma lixeira, esta é a minha proposta!” (Vitor Souza)

Participação do DJ TOT.

Show com a banda Ayahuasca.

Até o próximo ECONSCIÊNCIA! Paz!

ECONSCIÊNCIA X

No dia 9, no Red Bar (Avenida do Turismo) acontecerá o ECONSCIÊNCIA ANO X, com DESKARADOS, DJ TOT (RJ), SOUL ROOTS SOUND SYSTEM e AYAHUASCA!


O GECA (Grupo de Estudos em Causas Ambientais) do COLETIVO DIFUSÃO apoia o ECONSCIÊNCIA ANO X com AÇÕES “ECOEDUCATIVAS”:


– Cálculo da pegada ecológica do evento

– Coleta seletiva

– Venda de produtos artesanais

– Apresentação de audiovisuais

– Murais artesanais

– Plantio de mudas para neutralizar os impactos do evento

– Gravação de mensagens dos participantes


Os ingressos custarão apenas R$ 15,00 (preço de estudante). INFO: 3308-7071 / 9132-6289.


A mudança tem que ser AGORA! E a mudança começa em CASA!


Plantando a semente

Para aprimorar as práticas de sustentabilidade e dar um novo passo rumo a uma economia que visa a racionalização no uso dos recursos naturais, o Coletivo Difusão inicia uma nova etapa de projetos e ações com o intuito de buscar a reflexão sobre o tratamento dado ao meio ambiente e construir ações e propostas para o que queremos e acreditamos que seja correto fazer nas questões ambientais. É a “Agenda Verde” do Difusão, que deverá ser implantada no decorrer do ano na sede do coletivo e nas ações desenvolvidas pelo grupo nos campos em que atua.

A iniciativa foi elaborada pelo GECA (Grupo de Estudos de Causas Ambientais), formado em novembro de 2009 pelo Difusão, que tem como objetivo principal realizar estudos e pesquisas a partir de textos, documentários, reportagens e afins. Além disso, o GECA contribui nas ações do coletivo buscando a sensibilização e a conscientização sobre as questões ambientais.

Com a ‘Agenda Verde’, o Coletivo Difusão pretende, até o final de 2010, construir o programa ‘Difusão dos Rs’. Nele serão debatidos os seguintes conceitos: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar. Para tal, o coletivo pretende realizar oficinas, debates, intervenções, mutirão de plantio de mudas, coleta seletiva, elaboração de produtos sustentáveis e produção de material audiovisual sobre o tema.

Com a criação da Agenda Verde, o Difusão acredita numa nova atitude e em um novo comportamento, tanto dos ‘Difuseir@s’ como da sociedade manauara, para a construção de um ambiente ecologicamente equilibrado. Um ambiente onde todos têm direito ao uso deste como um bem de uso comum e essencial à qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações, como garantido no Artigo 225 da Constituição brasileira de 1988.

Em um segundo momento, após a efetiva implantação da Agenda Verde no Difusão, a ideia é difundir dentro do Circuito Fora do Eixo as tecnologias utilizadas no processo para que a iniciativa possa ser disseminada dentro de outros coletivos e consequentemente em suas cidades.

Para acompanhar, colaborar e divulgar a Agenda Verde do Coletivo Difusão acesse http://foradoeixo.org.br/coletivo-difusao e siga @coletivodifusao !

Seja a mudança que você quer ver no mundo.” (Mahatma Ghandi)

por Sâmia Maria (Coordenadora da Agenda Verde do Coletivo Difusão)

Vamos ver docs ambientais?

No dia 25/11, às 22h, o GECA reuniu-se no Coletivo Difusão para planejar as próximas atividades do ensaio audiovisual do Igarapé Mestre Chico.

A primeira atividade ficou marcada para o dia 30/11 (segunda-feira), 18h, na sede do Coletivo Difusão, com a exibição de documentários relacionados às causas ambientais:

Surplus – Aterrorizados para Consumir (“Surplus – Terrorized Into Being Consumers”), 2003, Suécia, dirigido por Erik Gandini, 52min:

Iniciando com violentas cenas dos protestos do 27º encontro do G8 em Gênova, o documentário sueco de 2003, dirigido pelo italiano Erik Gandini, escancara sem piedade as mazelas da globalização e da sociedade de consumo. Filmado na China, EUA, Cuba, Itália, Hungria, Índia, Canada e Suécia, e editado pelo compositor Johan Söderberg, esta odisséia visual sobre a natureza destrutiva da cultura de consumo ganhou um dos mais prestigiosos prêmos da categoria: o Lobo de Prata do Festival Internacional de Documentários de 2003 (IDFA), em Amsterdã, além do prêmio Cora Coralina de melhor obra no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, no Brasil.

O filme levou três anos para ser concluído e foi produzido inicialmente para a televisão pública sueca (dado interessantíssimo, diga-se de passagem). O documentário utiliza a técnica de sincronização labial para formar interessante intercâmbio entre imagem e som, trocando discursos de Fidel Castro, George W. Bush, Silvio Berlusconi e Steve Ballmer (CEO da Microsoft), entre outros. Editado em estilo mixagem, quase como um trabalho de DJ e VJ em uma única peça, o filme gera um estado de hipnose neurótica semelhante ao que se encontram os consumidores aterrorizados, sempre em busca da felicidade instantânea. É a lógica do “feitiço contra o feiticeiro”, ou a subversão da linguagem do videoclipe e dos comerciais de TV, com loops, edição veloz, música intensa e táticas de manipulação.

Logo de início o espectador é jogado a toda dentro da brutalidade e hipocrisia que convivem com as sociedades capitalistas modernas; da necessidade em ser um “bom consumidor” de um lado, à demanda por ser um “bom produtor”do outro. De fato, se há algo nesta jornada de 50 minutos que merece atenção especial, é o foco desta relação. Do socialismo Cubano de Fidel ao capitalismo americano, passando pela Índia, onde trabalhadores pobres chegam ao ponto de raspar cascos de navios enferrujados para reciclar metal, o filme denuncia que todos na sociedade moderna somos aterrorizados para nos tornarmos consumistas. O título é um trocadilho inteligente: “surplus” pode ser traduzido tanto como “superávit” como “excesso”, delineando a relação promíscua entre os dois significados.

Duas Vezes Não Se faz, 2008, Brasil, dirigido por Marcus Villar, 12min:

O curta-metragem de 12 minutos, em transfer 35mm, é um poema sobre a Ponta do Cabo Branco, extremo oriental das Américas, mostrando sua lenta degradação pelas correntes marítimas e os fluxos das marés, acentuada nas últimas décadas pela intervenção humana nas encostas. É um grito de alerta para a preservação de um dos mais importantes monumentos naturais do Brasil.

Com direção e roteiro de Marcus Vilar e produção de Durval Leal Filho, o filme foi realizado através da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de João Pessoa, (Fundo Municipal de Cultura), com Produção do Para’iwa e Ponto de Cultura, e apoio da UFPB/PRAC/COEX.

Ele explica que a primeira imagem que veio à cabeça para preparar um roteiro com um tema sobre a cidade de João Pessoa foi a Ponta do Cabo Branco. “Quando sai pra mergulhar na pesquisa daquele mais importante parque ecológico do mundo, me deparei com uma Ponta quebrada, com uma Ponta esquecida e tendo, no sal, na força do mar, sua corrosão e erosão, além do descuido humano. Convidei os professores Paulo Rosa, Tarcisio Cordeiro, Ligia Tavares e o critico de cinema Wills Leal para me darem as coordenadas e orientações técnicas”.

Vilar conta que começou a ler poemas sobre o Cabo Branco e viu que os poetas contavam o universo do lugar em prosa e verso. “Encontrei uma crônica de 1957, de José Américo de Almeida dizendo: “Observei a plástica do cabo, um monstro de cabeça verde e língua amarela estirada dentro da água. Lambido pelos vagalhões e por lufadas corrosivas, vai perdendo o seu porte, sem nenhuma proteção. De branco só tem o nome”. Estes e outros textos me levaram a pensar num roteiro onde a poesia seria a linha mestra”.

A partir daquele momento, o cineasta começou a construir um roteiro com textos – além de José Américo –, de Luiz Augusto Crispim, Hermano José, Ascendino Leite e Vanildo Brito. “Com a poesia eu podia me posicionar sobre o descaso e o sobre qualquer possibilidade de se construir na barreira do Cabo Branco. Como cidadão, me vi na obrigação de fazer um filme, e um filme com uma abordagem poética, evitando o panfleto”.

O roteiro não foi aprovado no edital de 2005, mas no ano seguinte entrou na relação do Fundo de Cultura da Prefeitura.

A história das coisas (“The Story of Stuff”),  2007, EUA, produzido por Annie Leonard, dublado, 20min:

Animação premiada e inteiramente baseada na internet, o curta da ambientalista Annie Leonard usa os traços simples do desenho à mão com recursos sofisticados de animação para rever o ciclo de vida de bens e serviços, ilustrando de onde vêm e para onde vão os produtos do nosso consumo exagerado, e qual a relação disso com a globalização e a degradação do ambiente em todo o planeta.

A idéia de um ciclo linear de extração, produção, distribuição, consumo e descarte entra em xeque ao compreendermos que vivemos em um planeta de recursos finitos, que demanda um sistema cíclico de produção e reciclagem para que não seja devastado.

O cidadão comum consome hoje duas vezes mais do que 50 anos atrás. Após a II Guerra Mundial, o governo e as corporações americanas tentavam articular formas de reaquecer a economia, e a solução partiu do economista Victor Lebow, que sugeriu que “nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo o nosso modo de vida, que devemos converter a compra e o uso de bens em rituais, que busquemos nossa satisfação espiritual e a satisfação do nosso ego no consumo. Nós precisamos das coisas consumidas, gastas, susbstituídas e descartadas de modo cada vez mais acelerado”. Desde então esta proposição tornou-se regra. Annie lembra que, após os ataques do 11 de Setembro, em pronunciamento à população, o então presidente Bush não pediu que as pessoas tivessem esperança, rezassem ou sentissem pesar, mas que fossem às compras.

Com mais de 4 milhões de visitantes, o filme apresenta uma visão crítica da sociedade de consumo e de produtos criados para serem descartados rapidamente, gerando uma quantidade grosseira e desnecessária de lixo. Leve e graciosa, a animação expõe as conexões entre inúmeras questões sociais e ambientais, e chama nossa atenção por um mundo mais sustentável.

(Fonte: http://www.plantandoconsciencia.org).

COLETIVO DIFUSÃO

Endereço: Avenida Castelo Branco, 1111-A (Altos), Bairro Cachoeirinha, Manaus – Amazonas
Mais informações: gecamanaus@gmail.com / (92) 9604-8013/9182-1453/8421-3391/3233-3878

Encontro no Coletivo Difusão – 25/11

Hoje (25/11/2009), às 22, o GECA (Grupo de Estudos de Causas Ambientais) tem encontro marcado na sede do Coletivo Difusão para realizar o planejamento das atividades de seu primeiro ensaio audiovisual no Igarapé Mestre Chico! Todos são bem-vindos!!!

Quem puder chegar cedo, pode assistir a uma sessão do CINECLUBE: TUDO MUDA APÓS O PLAY!

PROGRAMAÇÃO DE LANÇAMENTO DO CINECLUBE: TUDO MUDA APÓS O PLAY!

Quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O BANDIDO DA LUZ VERMELHA
1968 |92 min | 16 anos | policial
Direção: Rogério Sganzerla
Com mediação do ator e diretor Jorge Bandeira

CINECLUBE: TUDO MUDA APÓS O PLAY!
Local: Sede do Coletivo Difusão
Endereço: Avenida Castelo Branco, 1111-A (Altos)
Bairro Cachoeirinha
Manaus – Amazonas
Horário de início das exibições: 19h30
Taxa de manutenção: R$ 1,00

PARCERIA:
BARUK
CNC
PROGRAMADORA BRASIL
PROGRAMA CINE MAIS CULTURA
MINISTÉRIO DA CULTURA
GOVERNO FEDERAL

REALIZAÇÃO
COLETIVO DIFUSÃO

MAIS INFORMAÇÕES:
coletivodifusao@gmail.com
(92) 9182-1453/8421-3391/3233-3878

Difusão cria grupo em prol das causas ambientais

Para comemorar o Dia do Rio, o Coletivo Difusão cria hoje o Grupo de Estudos de Causas Ambientais, o GECA. Com o intuito de realizar estudos e pesquisas a partir de textos, documentários, reportagens e afins. O GECA busca a reflexão sobre o tratamento que damos ao meio ambiente e possui a finalidade de construir ações e propostas para o que queremos e acreditamos que seja correto fazer nas questões ambientais, na cidade de Manaus.

O grupo fará reuniões todos os primeiros sábados de cada mês para realizar suas atividades. Como primeira ação, o GECA fará um ensaio audiovisual sobre o igarapé do Mestre Chico para mostrar como a sociedade manauense trata a questão ambiental de Manaus.

Em primeiro plano, o GECA se propõe a reunir todos os ensaios e os ‘produtos’ criados no período de um ano, com o intuito de refletir e modificar hábitos ambientais em Manaus.

Acreditamos que criar o GECA no Dia do Rio é a melhor forma de ‘comemorarmos’ a data. Tirar a sazonalidade das comemorações amplia a reflexão sobre o que estamos fazendo com o meio ambiente e nos dá oportunidade de criar ações de interferências urbanas que vão além da data.

O diário de bordo do GECA pode ser acompanhado pelo blog: gecamanaus.wordpress.com